Nossa História

Início – 1982 a 1992

Em 1948 o croata Mateus Mudrovitsch e sua esposa alemã Bertha Pöting Weinske construíram, com empréstimo da Caixa Econômica Federal, a casa de 190m² na rua Padre Anchieta, em Curitiba, Paraná, Brasil. A história da clínica que ocupa a construção inicia quando Paulo Rogério Mudrovitsch de Bittencourt e Paulo Roberto Miranda Sandoval, chegando de Londres e Rio de Janeiro, abriram em abril de 1982. Logo se instalaram na casa vários conhecidos retornando a Curitiba após pós-graduações, como Léo Cardon, Ricardo R. Seixas, Ricardo C. R. Moreira, Júlio C. U. Coelho, Paulo R. F. Rossi, Ruth Graf e Antônio J. S. Dourado. Também as neurologistas Ana Marlene Gorz e Ana Cristina Gabardo, a fisioterapeuta Lucymara Silva, quando o local se chamava Centro de Diagnóstico de Curitiba S/C Ltda. Logo foram fundados o Centro-Dia Clínica de Recuperação, o Centro de Reabilitação de Curitiba, a Unidade de Fisioterapia, a Unidade de Psicologia, e a Unidade de Neurologia Clínica, todas sociedades civis. Em 1985 foi credenciada pelo MEC a Residência em Neurologia e foram iniciadas testagem neuropsicológicas com Mônica Bigarella, Maribel P. Doro e Maria Joana Mader no Hospital Nossa Senhora das Graças, onde em 1987 foi aberto um pequeno laboratório de eletroencefalografia. Grande parte das pessoas envolvidas tinham sua atividade hospitalar no Hospital Nossa Senhora das Graças em 1982, onde o grupo neurológico chegou a ter uma área de 130m2, nos anos 1990.

Logo Coelho, Moreira, Rossi, Graf, Dourado, Silva e Cardon se instalaram em clínicas especializadas ou próprias, e neurologistas da UNC tomaram conta da casa. Em 1988 houve uma primeira reforma estrutural da casa construída em 1948. Em 1991 ali estavam Bittencourt, Cleverson M. Garcia, Thereza C. Winckler, Pedro A. Kowacs, e Ricardo e Alaídes R. Seixas.

A segunda década – 1992 a 2002

Entre 1992 e 1993 saíram todos, e Bittencourt iniciou nova equipe com Paulo J. M. Leite, Marcos C. Sandmann, Milton M. de Bittencourt Jr., Edson R. Piana e Eduardo Hümmelgen. Ao mesmo tempo, foram fechadas ou vendidas as participações da UNC em outras clínicas, concentrando a atividade do grupo em neurologia e neurofisiologia, com dedicação especial ao sistema nervoso central. Em 1994/95 foi feito o estacionamento e iniciado um amplo programa de compra de equipamentos neurofisiológicos digitais, que resultaram na formação do mais completo laboratório de eletroencefalografia do Brasil em 1996, incluindo o primeiro laboratório de sono do estado do Paraná. Foram instalados sistemas digitais de apoio diagnóstico e revisão bibliográfica para complementar a biblioteca da UNC. Em 1997 Leite montou consultório próprio, a fonoaudióloga Rosana Lenzi e a psicóloga Eliane M. Ferraz passaram a executar testes de neuropsicologia na Padre Anchieta. Ao mesmo tempo se impulsionava o aspecto empresarial da UNC, com produção de amplo material de apoio visual e obtenção do alvará de clínica e do registro da empresa no Conselho Regional de Medicina. Em 1997, Bittencourt adquiriu de sua mãe Udine, filha dos construtores, o que faltava do imóvel e estabeleceu a clínica da rua Padre Anchieta com salas individuais para os profissionais, uma suíte de eletroencefalografia e sala de Neuropsicologia. Em março de 2001, a clínica executava até 10 atendimentos simultâneos, com a secretária e recepcionista Denise, a administradora Maristela, a funcionária de manutenção Maria, as técnicas de EEG Teresa, Denise e Patrícia. Com confecção de laudos e relatórios, secretaria e administração informatizada, comunicações por 7 linhas de telefone e uma para fax e e-mail, a clínica facilitava a qualidade de vida de clientes e prestadores de serviços.

O século XXI

A constante evolução dos processos no setor de saúde,   a contínua introdução de novas modalidades de diagnóstico e tratamento, muitas vezes com pioneirismo continental, mais de 250 publicações e mais de 350 participações em eventos científicos e a organização de mais de 50 eventos científicos, a maioria internacional, tornou-se um desafio. Muitos hospitais deixaram de ter residências, estágios, centro de estudos, grupos de pesquisa, interesse científico. Grandes hospitais foram substituídos por pequenas preparadas para realizar procedimentos cirúrgicos ou diagnósticos. Inesperadamente, já conhecida como UNINEURO, a clínica da rua Padre Anchieta tornou-se um fenômeno polêmico internacional com o advento dos pré-transplantes, tratamentos de quimioterapia de alta dose para esclerose múltipla e doenças imunológicas. Uma ampla reforma em 2005 acomodou as conseqüências estruturais, funcionais, conceituais, com uma mudança do aspecto clássico da casa e da principal sala de consultas, das licenças sanitárias, novo relacionamento com novos parceiros.

A reforma estrutural de 2005 e outra de aparências e trânsito em 2012 deixaram a clínica montada em 500m2 de área em uma região calma e extremamente central da cidade, com estacionamento próprio e ambiente climatizado, tudo devidamente acreditado pelas autoridades relevantes. A casa tem um sistema de segurança eficiente, que não permitiu quaisquer problemas desde que foi instalado. Em 2012 fizemos dois aniversários importantes: 60 anos de formatura de Paulo Orlando Mader de Bittencourt, e 30 anos de trabalho em Curitiba, na mesma clínica da rua Padre Anchieta, de Paulo Rogério Mudrovitsch de Bittencourt. Neste mesmo período, mudamos o nome da clínica em todos os níveis para DIMPNA. Estebelecemos nossa capacidade de oferecer estadia, conforto e mobilidade às pessoas que nos procuram. Seguindo a evolução natural do trabalho da clínica, estaremos cada vez mais nos aproximando da realidade do pequeno hospital que o Dr Paulo Orlando tinha em Ourizona, no norte pioneiro do Paraná, na década de 50. A família morava em uma casa anexa ao hospital.Também estamos nos aproximando do modelo da Medical Unit do Chalfont Centre for Epilepsy, onde Dr Paulo Rogério aprendeu a trabalhar, nos arredores de Londres. Já em Curitiba, o Centro-Dia Clínica de Reabillitação, uma clínica de 10 leitos acomodada em uma casa no Jardim das Américas na virada da década de 1980 para a de 1990, foi uma versão antiga da nova clínica da Padre Anchieta.

DIMPNA é uma policlínica, ou uma clínica com hospedagem suficiente para pessoas com problemas de mobilidade poderem passar curtos períodos de tempo, enquanto fazem procedimentos de diagnóstico e tratamento de doenças graves da área do sistema nervoso, seja na própria clínica ou em locais de trabalho de profissionais de nossa indicação, que tem nossa confiança, que respeitam nossos pacientes como nós respeitamos.