Pepe e Beto Richa e pedofilia parece ser uma relação que precisa ser melhor investigada. Existem evidências diretas e indiretas. Entre crimes contra a humanidade de vários tipos dos quais eu apresentei documentos à Comissão de Direitos Humanos da OAB em 2017, estes não foram apresentados por que atingem mais a mim diretamente, portanto não eram exatamente contra a humanidade. Mas as evidências da conexão de Pepe e Beto Richa e pedofilia se acumulou. Agora mesmo, em 29.03.2019 todos os estados brasileiros e o Distrito Federal foram envolvidos na Operação Luz na Infância 4.

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/03/28/policiais-civis-deflagram-operacao-nacional-contra-pedofilia.htm

Em 2017, quando Michel Temer veio inaugurar uma nova planta papeleira da Klabin no interior do Paraná, e nem passou por Curitiba, eu comentei com um cliente catarinense que poderia ser devido à sua relação quase criminosa com Marcela, e que isto era muito mal visto em Curitiba. A pessoa disse, “é, no Paraná isto não se faz”. O tom irônico me assustou.

Logo em seguida veio a Operação Luz na Infância 1, em 20/10/2017, com 157 mandados de busca e apreensão de computadores e arquivos digitais; 108 pessoas presas. O Paraná foi o único dos estados desenvolvidos a não participar. O único outro estado a não participar foi o Amapá. E assim continuou, durante toda a gestão dos irmãos Pepe e Beto Richa e seu primo Abi Antoun. No Paraná, ninguém mexia. A óbvia relação com as secretarias de Justiça e da Segurança Pública não precisam ser enfatizadas.

As Operações Luz na Infância, de origem no FBI americano, vindo direto através do Ministério Especial da Segurança para os estados, não teve apoio da Secretaria de Segurança do Paraná nas gestões Richa.  Na Operação Luz na Infância 2, por exemplo, só Paraná e Rio Grande do Norte não participaram. Foi em 17/05/2018; 579 mandados de busca; 251 pessoas presas. Na Operação Luz na Infância 3, já no mandato de Cida Borghetti, o Paraná participou de maneira muito tímida. Em 22/11/2018 ocorreram 110 mandados de busca no Brasil e na Argentina; 46 pessoas presas. A continuidade desta operação, em 28 de março de 2019, foi a primeira que atingiu todos os 26 estados e o distrito federal, com 106 prisões e 266 buscas e apreensões.

Bem antes destes eventos eu e o nome de minha clínica fomos atacados, pelos mesmos irmãos Richa e suas esposas, Fernanda Vieira e Morgana de Almeida Richa, a juíza do trabalho. Foi de maneira sórdida, aberta e múltipla, nos âmbitos pessoal, familiar, judicial e profissional. Inventaran e articularam uma ruína financeira da clínica, com dívidas bancárias e tributárias inexistentes. Muitas estão na justiça, algumas eu já paguei. Fui pressionado inúmeras vezes de todas estas maneiras a mudar o nome de Dimpna, a santa irlandesa pré-católica imolada ao resistir a incesto.

Embora eu não tenha notícia de incesto nestas famílias, existe ampla, publicada ou não, evidência de envolvimento deste grupo, os que mandaram no Paraná nestes 20 anos, com prostituição e violência sexual infantil. Minha clínica foi atacada em 2015 por um atual presidiário, José Luiz Favoreto Pereira. A ação intimidadora e financeira muito complexa envolveu uma jovem prostituta, o advogado Alexandre Dalla Vecchia; Guilherme Augusto Tosin, minha então secretária, Camila Rodrigues, e meu contador, Mosé Solagna.

https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2019/03/04/defesa-de-richa-chama-primo-reu-e-ex-delegado-da-receita-condenado-como-testemunhas-em-processo.ghtml

Está aí então, a evidência que sugere que a construtora mais envolvida no escândalo dos pedágios agia em conjunto com a facção criminal do governo dos irmãos Beto e Pepe Richa, e o núcleo familiar mais restrito.

Dr Paulo Bittencourt

Foto: Sigmund Freud

 

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