Como os  crimes do ministério público envolveram vários estados do país? Eu documentei em torno de 100 casos de violações grosseiras dos direitos humanos em um curto período de tempo, durante os dois governos de Beto Richa. A vítima primária fui eu, já que o objetivo era me incriminar de algum problema ético frente ao Conselho Federal de Medicina. Porém, foram utilizadas estas 100 pessoas em uma forma que só pode ser qualificada como tortura, dano corporal grave e morte. Destas, pelo menos 30 não só são catarinenses como foram colocados em um cenário de me criminalizar a partir da justiça estadual e federal em Santa Catarina.

Das duas consultas plantadas de portadores de esclerose lateral amiotrófica que se transformaram em sindicâncias e processo ético-disciplinar no CRM do Paraná em 2012, uma veio de um procedimento dentro da Academia Brasileira de Neurologia, em São Paulo, e outra através da Defensoria Pública do Estado de Santa Catarina, atuando em conjunto com o Ministério Público Federal, em Joinville. Está documentado que nenhum dos dois pacientes, ou seus parentes, fez qualquer acusação. Em São Paulo foi falsificado pelo Dr Acary Bulle de Oliveira um julgamento ético-científico na Academia Brasileira de Neurologia. O julgamento através da Justiça Federal de Santa Catarina foi baseado em um falso laudo de um psiquiatra de Florianópolis, Dr Alan Indio Serrano. O réu era o paciente! Meus advogados, baseados em Blumenau, se recusaram terminantemente a mexer com a justiça federal catarinense. Pois então eu mesmo mexi, e o TRF-4 declarou que a juiza federal foi enganada pelo laudo falso e por todo o procedimento que em minha visão, configura um crime do ministério público. Meu cálculo de prejuízo financeiro é de muitos milhões de reais. Prejuízo moral não sei como calcular, existe assédio moral, tortura de criança e dano corporal grave em membros de minha família.

Depois de quase 10 anos  de problemas fui compreender que tudo isso era para me afastar do eventual envolvimento do Governador Beto Richa em inúmeras ilegalidades das quais eu tinha conhecimento direto ou indireto, seja nos pedágios, Odebrecht, nas Operações Quadro Negro e Publicano, prostituição infantil, uso de cocaína e o acidente Ribas Carli. Óbvio e muito fácil é verificar que eu nunca fui um whistle-blower. Mas fui perseguido pelos crimes do ministério público por esta razão. Esta exigência da Mafia do complexo de saúde do Paraná, brasileiro, internacional, permitiu o saque às finanças públicas. O Governo Beto Richa só encontra paralelo em Sergio Cabral. Eu fui assassinado funcionalmente. A “Operação Dimpna” é pior do que Mensalão ou Petrolão, pois envolve crimes do ministério público seriais contra a humanidade: tortura,, mortes e danos corporais graves. Talvez só perca para o Petrolão em volume de dinheiro.

O meu sacrifício foi exigido pela minha extrema proximidade com protagonistas nestas questões, parentes, amigos, ex-mulheres, sócios, e muitos pacientes. Pelo meu envolvimento como perito em questões judiciais de pedofilia, e pelos meus procedimentos de células tronco, que podem tirar o chão dos transplantes de medula óssea em São Paulo e Curitiba. Existe prova do envolvimento do Hospital Israelita Albert Einstein e do Hospital NS das Graças.

Por que Santa Catarina participa tão ativamente do socorro a Beto Richa? Quem é o contato? A resposta está nos crimes do PSDB. Em outros artigos já concluí que Heinz Herwig, Arlete Villela Richa e Farid Sabbag foram os operadores desta conspiração no Paraná, e tiveram a cooperação de Fernando Henrique Cardoso. A notícia na mídia em outubro de que Jorge Konder Bornhausen é conselheiro de Alckmin elucidou a conexão catarinense dos crimes do PSDB, que já envolvia Heinz Herwig, meu primo, e as famílias Dalcanale e, talvez Petrelli.

https://aovivo.folha.uol.com.br/2018/10/05/5538-aovivo.shtml#post382472

Além disso, a notícia de que Mauro Ricardo Costa, gerente financeiro de Beto Richa, é associado com José Serra, Paulo Preto e ACM Neto estabelece que no Paraná ocorreu um saque complexo do PSDB. E chegamos à conexão baiana, de como a Odebrecht veio se meter aqui, uma das minas de ouro do país nos últimas décadas.

Dr Paulo Bittencourt

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