Consultas plantadas são um fenômeno antigo em minha prática médica. Quando eu era jovem foram tentativas de me envolver em acusação de assédio sexual. Já passando dos 50 anos, vieram tentativas de me envolver na utilização de anestésicos para atacar mulheres. Finalmente idosos e incapazes, até em coma e estado vegetativo, e bebes, inclusive prematuros. Nestes casos quem me ataca ou dá o recado é a acompanhante, quase sempre uma mulher. Foram mais de 100 eventos, 90% desde o acidente do ex-deputado Ribas Carli em 2009. O fenômeno completo foi desmascarado na justiça comum e no Conselho Regional de Medicina, denunciado a Conselhos Tutelares, e todas até 2017 estão detalhadas com provas na Comissão de Direitos Humanos da OAB – PR.

O evento em si configura fraude e tortura de incapaz, pois são pessoas fazendo uma consulta para servir à agenda de terceiros, sem consentimento informado ou ordem judicial. O objetivo original de sujar minha imagem tornou-se um ataque à Dimpna, santa adolescente imolada ao resistir ao incesto. Desde 2009, quase sempre, o ataque pode ser traçado ao Governo Estadual do Paraná de Beto Richa. Imagino que prostituição infantil com prêmio de meninas virgens, seja uma questão mais importante do que incesto. Porém, estas duas anomalias de comportamento humano andam juntas dos pontos de vista histórico e sociológico.

O ataque ao nome “Dimpna” está amplamente documentado; envolve vários órgãos do Governo do Estado do Paraná; a Cecopar, empresa de contabilidade de Mosé Solagna; a pedagiadora CCR, os CRMs do Paraná e Santa Catarina, o Ministério Público Estadual, Federal e do Trabalho, UNIMEDs de Curitiba e Joinville, a justiça federal de Santa Catarina e o TRF-4. E a OAB-Paraná, claro, que está com estas denúncias há 1 ano e não se manifestou. Assustador? Tão esdrúxulo que demorei anos e mais de uma centena de ataques para compreender. Os médicos Ricardo Pasquini, Affonso Antoniuk, o advogado René Ariel Dotti e o político Heinz Herwig estão intimamente envolvidos. Ocorreram muitas consultas plantadas para me ameaçar de morte, grande parte originada nas comunidades judaica e libanesa, como meu amigo de infância João Carlos (Abagge) Anderson, que eu havia recém-homenageado quando usou sua esposa para executar uma fraude; a advogada que me ameaçou com o PCC do Paraná, Karla Nemes Yared, e o Sr Luiz Mussi, empresário que anda armado, ligado ao Governador, às famílias Curi (Khury) e Slaviero. E até um membro do governo estadual atualmente encarcerado.

Estas pessoas tem acesso a mim por antiga amizade familiar, e usam consultas médicas. Além da relutância em atacar pessoas próximas, eu não poderia denunciá-los pelo sigilo médico. Porém, consultas fake plantadas não seguem este rito. Desrespeitam meus direitos de homem idoso, de médico, e desrespeitam os direitos das próprias pessoas que fraudam as consultas. Seus mandantes são um dos piores tipos de fascista que pode ser encontrado.

Dr Paulo Bittencourt

Image courtesy of Dr. Paulo Bittencourt | Dimpna
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