A resposta simples de algum grupo gastar tanta energia para atacar Dimpna e Paulo Bittencourt é que são duas razões. Os ataques iniciaram na minha infância, e parecem o mesmo tipo de agressão que vim a sofrer depois de adulto, quando meus filhos foram atacados com a mesma covardia e perfídia que eu fui atacado na infância. Portanto, era meu pai, Paulo Orlando Mäder de Bittencourt, que estava sendo atacado com a cumplicidade de irmãos, primos, e, talvez, de sua esposa principal, Udine. A informação que existe é que o Dr Giocondo Villanova Artigas não queria que ele construísse um hospital. Ele conseguiu destruir meu pai. Morreu aos 47 anos.

O primeiro componente a nos colocar na linha de tiro parece ser uma nobreza familiar Mäder e Bittencourt. Foram meus antepassados que fundaram a maçonaria em União da Vitória, Paranaguá e Curitiba. O segundo componente vem de nossas qualidades pessoais genéticas de beleza saudável e inteligência. Veja se adivinha quem é quem na foto dos alunos do Colégio Santa Maria atrás da galeria onde ficava o Curso pré-vestibular Dom Bosco em 1970. Talvez como Malu Mäder, nossa prima. Parece ser uma necessidade dos controladores desta “maçonaria” de atrair, prender e controlar mesmo quem não é parte de sua organização, a ponto de resolver com quem casam, onde e como estão seus negócios, suas propriedades e suas atividades. Utilizam sua própria ética, favorecendo fidelidade canina, um casamento combinado e o patrocínio aberto da prostituição, inclusive infantil.

São regras morais e sociais típicas de antigas máfias étnicas do Império Otomano. Abolidas do mundo anglo-saxão há 300 anos. Covarde é o desrespeito por crianças, idosos e incapazes, em detrimento à valorização de sua estrutura interna de classes, etnias e mérito.

Fui atacado ferozmente ainda criança, na infância, e depois sempre que o sucesso esportivo, escolar e social me colocasse em evidência. Como se eu não tivesse direito de ser fora da média. Talvez o sucesso beneficiasse meu pai, que talvez não pertencesse ao grupo que deveria pertencer. Os ataques ficaram mais ferozes quando fui desenvolvendo tecnologias profissionais que rompiam o controle exercido pelas organizações no mercado: muito bom aluno do Colégio Santa Maria e excelente performance no vestibular; grande nadador na década de 70; grande equipe de neurologia clínica nos anos 1980; serviços de cirurgia de epilepsia e de neurofisiologia clínica nos anos 1990; técnicas ambulatoriais de psiquiatria avançada e tratamentos de células tronco no século XXI.

Minha intromissão no mundo da psiquiatria e dos transplantes causou a selvageria, perfídia e sordidez dos tempos recentes, quando envolveu política nacional. É demais para ser só disputa de mercado. A explicação é que exista mais de uma forma de crime associada com estas áreas da saúde, especialmente com os transplantes. Além de corrupção na liberação dos medicamentos sofisticados como os biológicos e os imunossupressores contínuos, deve existir ligação com tráfico de pessoas, drogas, órgãos, e lavagem muito mais sofisticada de dinheiro do que Sergio Moro demonstrou com seu colega e rival Alberto Youssef. Como me disse a esposa de um desembargador em uma festa, quando estranhei que desembargadores, meus conhecidos de infância, não queriam me cumprimentar: “Eles tem o rabo preso”.

Como descrito por José Padilha no seu artigo sobre o mecanismo que deu origem à série da Netflix, pessoas como eu tem a capacidade de enxergar a realidade, diferente dos medíocres preferidos pelos líderes como os octogenários de Curitiba: Antoniuk, Soifer, Dotti e Herwig. Somos perigosos. Pior ainda se não manchados por crime, vício ou psicopatia.

Dr Paulo Bittencourt

Image courtesy of Marcio Chimelli
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