Créditos de imagem: Dr Paulo Bittencourt.

Na rotina da Dimpna, há muitos anos, clientes são informados no agendamento como será seu atendimento, se farão um EEG ou não. No dia, passam por cadastro e pré-consulta, grande parte gravado em circuito interno de TV desde 2012. Os profissionais da saúde são treinados, tem experiência hospitalar, são pessoas maduras, tem filhos e netos. Quando chegam ao médico, pacientes já estão na clínica sendo avaliados há mais de uma hora. Tudo é registrado em prontuário.

Óbvio que nem tudo funciona, especialmente por que tivemos uma série grande de funcionários plantados. Minha equipe, seja de funcionários ou de sócios médicos, psicólogas, enfermeiras, já foi infiltrada tantas vezes que eu nem me surpreendo. A primeira equipe, a UNINEURO, em 1992, foi destruída por Affonso Antoniuk, já utilizando o mecanismo do Conselho Regional de Medicina-Justiça Trabalhista-ameaça de queixa de assédio sexual. A segunda foi a equipe de cirurgia de epilepsia, em 1995. Depois a de neurofisiologia clínica, poucos anos depois. Durante este século, seguiram-se em rápida sucessão ataques aos pré-transplantes de células tronco, e o nome Dimpna. Com estes dois últimos o sistema de Antoniuk, já adicionado de vários colegas de atividade destrutiva, ficou histérico. O gráfico abaixo mostra os dados brutos reais, incluindo somente avaliações comprovadamente falsas.

Nossos métodos de trabalho podem ser verificados no www.dimpna.com, em Facebooks, Instagram, Twitter, Google, e Youtube ( https://www.youtube.com/watch?v=zKufRj4Zvv8) . Uma parte desta estrutura foi montada para nos defender de consultas plantadas, fenômeno detectado ainda nos anos 1980, tentativas de me levar a sindicâncias no Conselho Regional de Medicina e me envolver em acusação de assédio sexual. Mais tarde, de utilizar anestésicos para abusar mulheres, quando eu já tinha me tornado um velho barrigudo e careca para a fantasia do assédio sexual.

Sempre comandados por Affonso Antoniuk, os mandantes destas armadilhas ficaram doidos, e desenvolveram os modelos de bebês, de grávidas, e de pessoas muito idosas em estados comprometidos de consciência, em morte cerebral ou quase. Note que ao não conseguir atores doentes de qualidade que me enganassem, passaram a fazer ataques com os acompanhantes. Veja as avaliações do Google e da página Dimpna Neurologia no Facebook, muitas das quais também resultaram em ações judiciais e sindicâncias no  CRM. As notificações de Google e Facebook, que existem desde 2011-2012, foram zero em 2012, 2013, 2014, 2015. Então ocorreram 13 falsas de Facebook na página Dimpna Neurologia, e 7 falsas no Google Sua Empresa, todos em 2016. Em 2017 ocorreram 2 e 1, e 1 e 3, respectivamente. Com muito raras exceções, foram de acompanhantes de bebês ou de idosos doentes.  O gráfico mostra os dados brutos

Dr Paulo Bittencourt

Image courtesy of Dr. Paulo Bittencourt | Dimpna
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