Parece claro que Dimpna e prostituição juvenil são um assunto controverso em nosso meio. O secretário do governo paranaense de 61 anos de idade faleceu em um quarto de hotel em Brasília na companhia de uma goiana de 19 anos, muito bem conhecida no hotel e íntima do secretário, com provável conhecimento da então vice-governadora Cida Borghetti. Michel Temer casou-se com Marcela adolescente com mais de 60 anos. Um procurador do ministério público federal do Paraná se envolveu com uma adolescente em uma relação semelhante. Fernando Henrique Cardoso teve envolvimentos documentados, em parte criminais, com mulheres 40 anos mais novas.

Embora prostituição infantil impere país afora, já ouvi de mulheres brasileiras muito esclarecidas que estas meninas são maiores de idade, portanto a relação não é ilegal. Toleram o comportamento dos maridos, pais e avôs com facilidade, um fenômeno que observei no Zâmbia em 2006, mas que o mundo desenvolvido não digere. Donald Trump, com pouco mais de 60 anos, envolveu-se com Karen e Stormy, que tinham em torno de 30 anos. E vejam que Trump é o maior cara de pau da história dos EUA, um Berlusconi alemão estabelecido nos EUA. O italiano de 80 anos já revela uma veia covarde escravagista, fascista e racista, gosta de meninas imigrantes indefesas. Bill Clinton, 51 anos, envolveu-se com Monica Lewinsky, 22, judia, em uma relação de preliminares. O acobertamento resultou em impeachment. O intenso envolvimento de Trump com os judeus agora sugere fortemente que Monica tenha sido plantada em uma armadilha para Clinton.

Na verdade é óbvio que brasileiros, quando se seguram, esperam o aniversário de 18 anos. Mas a relação continua socialmente imoral e fora da ética dos direitos humanos. Tanto que Temer não é recebido em nenhum lugar do mundo, e nem visitado por ninguém. Pai nenhum aprecia uma história destas; no caso de Marcela só se vê a mãe por perto. Temer agora circula menos com Marcela, e nunca vem a Curitiba. O polêmico, nitroglicerina pura, é que deve ser uma razão parecida que faz a Ministra Carmen Lúcia nunca encontrar com Beto Richa. Na famosa Operação Publicano trancada por Gilmar Mendes com jogo de cena de Edson Fachin, o motivo alegado foi ameaça à ordem pública. Este é um motivo original, que só pode estar relacionada com a inclusão de prostituição infantil aparentemente demonstrada com os auxiliares do governador Ricardo Rached e Marcelo Caramori (https://www.esmaelmorais.com.br/2015/05/garganta-profunda-a-casa-caiu/). Este último, se for Marcelo Augusto Caramori, é ligado a Luiz Antonio Scarpin, condenado que até parece já ter cumprido pena, corruptor de desembargadores federais do TRF-4, mentor de Alberto Youssef, companheiro de todas as horas de Beto Richa.

Por mais que o governador e o falecido secretário tenham sido objeto de armadilhas, são fatos documentados. Já fui objeto de armadilhas com meninas, articuladas pelo PSDB de 3 estados em conjunto com o Ministério Público Estadual e Federal, em Curitiba, Brasilia e em New Orleans. Tudo depois da invenção deste paradigma Dimpna e prostituição. Esta última, a de New Orleans, teve como testemunha o deputado catarinense Vicente Caropreso. Tivesse eu caído em New Orleans, teria ido parar na CNN. Foi com uma belíssima e muito jovem mulata, como tinha recém acontecido com DSK em New York, o presidente do FMI que era o preferido para ser presidente da França. Duro de acreditar, não? Imagine quando aconteceu comigo, em uma loja infantil de shopping.

Dimpna, santa martirizada ao se defender de incesto, nome de minha clínica, é violentamente atacada por um consórcio que envolve alguns dos mencionados e Alexandre Gustavo Bley, presidente da UNIMED Curitiba, Afrânio Bernardes, conselheiro do CRM do Paraná, Mosé Solagna, dono da Cecopar, Edgard Katzwinkel Jr e Alexandre Dalla Vecchia, meus ex-advogados, Affonso Antoniuk e certos sócios do Hemobanco, entre eles Paulo Tadeu Rodrigues de Almeida, que funcionam como ponta de lança de Ricardo Pasquini. Também pelos irmãos médicos Marcondes Ribas, Jurandir e Mauricio.

Para todos estes existem tipos diferentes de pessoas, como no tempo dos otomanos. Certos homens têm direito a certas meninas. Muitas mulheres do sistema não só concordam, mas se dispões a usar todas as ferramentas para obter o que os homens querem, e são recompensadas. Aí está a origem da impunidade brasileira, uma graduação de pessoas por sexo e por pertencer ou não a estas castas. Dimpna e prostituição já era motivo para decapitação e evitar o incesto no século VII.

O uso de pacientes demenciados, mulheres, incapazes, bebês com suas mães, configura um grau de covardia e perfídia que eu realmente não podia perceber. Precisou chegar a 100 eventos documentados para um detalhado mapa emergir sem sombra de dúvida. O problema foi onde denunciar, pois a secretaria de segurança, os ministérios públicos e até mesmo a Polícia Federal estavam dominados e me agredindo. Está tudo na OAB do Paraná, com amostras em vários outros órgãos.

Dr Paulo Bittencourt

Image courtesy of Sartor | Dimpna
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