Segundo a wikipedia a neurologia atende as doenças do sistema nervoso central e periférico de adultos e adolescentes, envolvendo o cérebro, tronco cerebral, cerebelo, a medula, raízes medulares, nervos periféricos e músculos, assim como as estruturas que os envolvem e os nutrem, como o crânio, as meninges, artérias e veias. Os distúbios do aprendizado e do desenvolvimento, mais típicos da infância, passaram a ser atendidos por neurologistas de adultos nos últimos 10 anos, e até o diagnóstico de TDAH é agora realizado em adultos, embora este assunto seja contencioso.

  • Distúrbios da linguagem ( escrita, falada e leitura)
  • Distúrbios da memória – demências
  • Farmacologia clínica e intoxicações medicamentosas.
  • Epileptologia
  • Doenças tropicais, imunológicas e esclerose múltipla.
  • Distúrbios comportamentais e do sono.
  • Tratamento de dependência química.
  • Distúrbios de contratura muscular excessiva, como espasticidade, hipersalivação, enxaqueca crônica, hiperhidrose, escolioses e cifoses, ombro congelado, com uso de fisioterapia especialiizada, toxina botulínica, metodos de eletro e ecodiagnóstico.

Historicamente, na Dimpna, desde que se chamava Unidade de Neurologia Clínica, ou mesmo lá nos primórdios, nos anos 1980, quando se chamava Centro de Diagnóstico de Curitiba, a consulta mais comum era de cefaléia em mulheres, quase metade das consultas novas. A segunda consulta mais comum, conforme a clínica foi se estabilizando, sempre foi dependência química de benzodiazepínicos. Depois é que vinha, e ainda vem, a Neurologia geral, ambulatorial e hospitalar.

Sempre houveram duas grandes ênfases na minha prática clínica, além desta psiquiátrica. A primeira, Epileptologia, decorrente do meu doutorado e da minha vida de conferencista internacional, executivo da Internacional League Against Epilepsy. A segunda, neuroimunologia, decorrente da coincidência de eu ter feito minha residência em Londres na enfermaria e na UTI onde o Prof. John Newson Davis estava ajudando a inventar a neuroimunologia. Já no fim do meu período em Londres, muito bem treinado de várias maneiras, eu absorvi aquilo bem o suficiente para chegar até aqui. Se tivesse absorvido melhor ……

Dr Paulo Bittencourt